Mostrando postagens com marcador Animais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Animais. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de maio de 2012

PM lança spray de pimenta nos olhos de cão

polícia-maltrato-cães

O comandante do patrulhamento da Rocinha, major Edson Santos, disse que vai ouvir o policial militar que lançou spray de pimenta nos olhos de um cão em uma rua da comunidade na manhã deste domingo. Ele disse que quer saber se o cachorro estava a ponto de mordê-lo. Segundo o major, o policial pode ter lançado o spray, que é uma arma não letal, para não machucar o animal. O patrulhamento na comunidade foi intensificado, após o confronto entre policiais militares e traficantes, ocorrido na madrugada deste domingo, que resultou em um suspeito baleado.

A equipe do GLOBO flagrou o policial militar borrifando spray de pimenta no cão nas proximidades da Via Ápia. A fotografia, publicada no site, foi postada também na página do GLOBO no Facebook, onde, até as 19h, foi compartilhada mais de 12 mil vezes e teve mais de 3.700 mil comentários. No Twitter, centenas de internautas compartilharam a foto.

Espera-se que realmente o comandante tome as medidas necessárias para esclarecer fielmente o que ocorreu. Não se pode mais admitir que pessoas que deveriam cuidar também dos animais, os maltrate.

Pelo jeito do cachorro na foto, ele estava mais curioso com o que ocorria do que querendo morder o policial.

Já basta a sacanagem que já foi mostrado aqui diversas vezes como a enfermeira de Goiás que matou seu cãozinho de estimação a pauladas (será que é parente do Cachoeira?), animais que apanham com pás em área do exército, a mulher da Bahia que espancou cruelmente seu cão, a terrível prática da vivissecção nas faculdades de todo o planeta, e tantos outros que não dá para enumerar.

Por: Eliseu

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Crueldade sem limites com animais. E nas Faculdades!

direitos-macacoQuem pensa que maus-tratos a animais é o que infelizmente vemos pelas ruas: pessoas que chutam, atropelam propositalmente, espancam, etc. e aquelas que a mídia vez ou outra denuncia, como o caso da enfermeira de Goiás que matou seu cãozinho de estimação a pancadas e da mulher na Bahia que espancou cruelmente seu cão, está muito enganado. Existe uma violência muito maior, horripilante, que tem nome difícil, mas que todos sabem que existe e é aprovada por governos mundo afora sob a alegação que é em prol da ciência.
O nome dessa loucura é tão esquisito como sua prática. É a Vivissecção de animais, ou seja, dissecar o animal vivo para que se possa fazer experimentos científicos.
Imagine o sofrimento desses animais serem cortados vivos, geralmente sem qualquer tipo de anestesia. O termo vivissecção é usado para englobar as várias categorias científicas e procedimentos médicos feitos em animais, incluindo: testes de medicamentos e outros produtos químicos, pesquisa biomédica, ou a criação e morte de animais direcionadas para retirar e usar partes, tais como válvulas cardíacas ou órgãos, como rins, fígado, etc.
De acordo com  o “Centro Vegetariano”, hoje em dia encontram-se disponíveis métodos de ensino sofisticados que substituem a dissecação, salvando milhares de animais.
Mas a dissecação é um enorme negócio. Milhões de animais são mortos todos os anos para serem dissecados em experiências com fins educativos, e claro, lucrativos. Muitos destes animais, como rãs, minhocas, lagostins, etc., são retirados dos seus habitats naturais, e ecossistemas inteiros ficam ameaçados. Muitos animais são submetidos a uma crueldade e sofrimento inacreditáveis até se tornarem “espécimes para dissecação”. Os cães e gatos que se encontram abandonados ou em canis, ratos, coelhos e porquinhos-da-índia são levados para locais que colaboram com escolas e universidades, onde vão ser atordoados e posteriormente aprisionados, depois lhes será injetado, ainda conscientes, formol. Esta substância, que serve para preservar, quando introduzida no corpo dos animais equivale à introdução de água fervente.
Cada vez mais alunos se recusam a fazer dissecações, propondo aos professores livros, vídeos e modelos de plástico e informáticos. Todos os alunos têm o direito de exprimir o seu desagrado por estas experiências; se na sua escola ou faculdade são usados animais em experiências, fala com os seus professores, propõe alternativas e reúne-se com os seus colegas para mostrarem o desagrado.
No site “Crueldade Nunca Mais” logo na primeira página trás uma petição onde você pode assinar e se informar, para que possamos reverter essa situação dos indefesos animais
Para ouvir o vídeo, não esqueça de DESLIGAR a rádio clicando stop.
Por: Eliseu

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Animais são maltratados em todo País

denunciaEnfim um alento. A população brasileira aos poucos vem acordando de seu “sono esplêndido” e começa a se levantar de seu berço, se indignando com os políticos corruptos, tipo Tucanos “coisa ruim” Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Aécio; DEMentes como o agora “bola da vez” Demóstenes Torres; Agregados, como o Pessedista Kassab, o higienista prefeito de São Paulo. Isso é só alguns exemplos de políticos safados! E a população não está indignada apenas com os maus políticos, mas também com quem maltrata animais.

Cada vez mais vemos denúncias de maus-tratos a animais, seja pelo poder público que simplesmente os elimina através de métodos duvidosos, o uso em pesquisas (para isso tenho uma sugestão: podia ser feita em latrocidas, estupradores e políticos ladrões), e o que é pior: muitos são maltratados por seus donos, que deveriam cuidar e dar carinho.

Em tempos não muito distantes postei aqui o caso de um ordinário que tentou matar seu cão afogado, que felizmente a PM chegou a tempo de prender o indivíduo e o cão foi socorrido e posteriormente adotado.

Ontem (8) publiquei S.O.S. Animal: Crueldade Nunca Mais! Um apelo para formação de um abaixo assinado para pressionar os deputados a endurecer a legislação sobre o caso. O abaixo assinado pode ser acessado através da referida postagem ou pelo sítio www.crueldadenuncamais.com.br

E não são apenas os cães as vítimas de seus donos. Os equinos, que mantém muitas famílias com seu trabalho também são vítimas da maldade de seus donos em todo país. Aqui no Espírito Santo é comum ver a maldade como são tratados, como no vídeo da matéria “Crueldade com animais e extração ilegal de areia em área do Exército, onde os animais são cruelmente espancados com pás, sob o olhar complacente das autoridades.

Hoje vi no portal da Band reportagem e vídeo que reproduzo, de uma mulher agredindo um cachorro em Salvador. As imagens causaram revolta em entidade de defesa de animais.
Para ouvir, não esqueça de desligar a rádio, clicando stop.

Imagens foram colocadas por uma vizinha em Salvador. ONG promete entrar com ação na Justiça por maus-tratos

A gravação foi feita por uma vizinha, que colocou o material no You Tube, como forma de denunciar a agressão.
No vídeo, uma mulher aparece espancando o cachorro com um cabo de vassoura. O animal não é visto, mas os ganidos podem ser ouvidos em alto e bom som. A Polícia Militar foi ao local, mas nesse caso não obteve sucesso como a PM capixaba, e a autora das agressões não foi encontrada.
A advogada Ana Rita Tavares, da ONG Terra Verde Viva, promete entrar com ação por maus-tratos. Ela pretende obter na Justiça autorização para retirada do animal.
O caso lembra o da enfermeira Camila Correa, de Goiás, que no final do ano passado, espancou até a morte um cão yorkshire, que era animal de estimação dela.

Por: Eliseu

domingo, 8 de abril de 2012

S.O.S. Animal: Crueldade Nunca Mais!

Os animais precisam da nossa ajuda urgente!

Saiba o que fazer agora, lendo a Carta Aberta abaixo, assistindo ao vídeo da ativista Nina Rosa e participando do abaixo-assinado.

Crueldade Nunca Mais!

CARTA ABERTA A FAVOR DA VIDA

A atual legislação é muito branda, no que tange à penalização para quem comete crimes contra animais, e a sociedade brasileira tem se revoltado, e se manifestado, diante das atrocidades cometidas contra os indefesos, demonstrando seu anseio por uma penalização para tais atos.

Está em discussão a reforma do Código Penal Brasileiro, e há notícias de que a Lei dos Crimes Ambientais, 9605/98, cujo artigo 32 criminaliza os atos de crueldade contra animais seria encampada no Novo Código Penal, e que as condutas já previstas como crime passariam a ser consideradas meras infrações administrativas, sendo punidas, unicamente,  com o pagamento de multas.

Os animais pedem ajuda! Junte-se a nós e lute por eles!

Leia e assine a petição: www.crueldadenuncamais.com.br

Vídeo da ativista Nina Rosa Jacob, do Instituto Nina Rosa:

Para ouvir o vídeo, não esqueça de desligar a rádio clicando stop.

No: Abra a Boca, Cidadão!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Crueldade com animais e extração ilegal de areia em área do Exército

mafia_da_areia__b53df495aaUma reportagem da TV Vitória, que também foi publicada na Folha Vitória mostra a intensidade da impunidade que anda acontecendo no Brasil. Numa área do órgão que é responsável pela garantia da lei, da ordem e dos poderes constitucionais, o Exército Brasileiro, ocorrem graves crimes ambientais e de maus tratos a animais, além de sonegação fiscal, exploração de trabalho infantil e tráfico de drogas.

A reportagem da Folha Vitória diz que o terreno onde a extração ilegal de areia é feita é utilizado como área de treinamento pelo Exército. Os carroceiros são os responsáveis por extrair e transportar a areia nos veículos de tração animal. A ação acontece sem qualquer tipo de autorização.

“A pessoa interessada em extrair qualquer tipo de material mineral tem que entrar com um pedido de título minerário da área com o Departamento Nacional de Pesquisa de Produção Mineral (DNPM). A partir do momento que você obtém este título minerário, você entra no órgão ambiental solicitando a licença. Você só pode extrair qualquer material com licença ambiental. O órgão ambiental, ao emitir a licença, faz algumas exigências como uma medida de controle dos impactos causados por essa atividade”, explicou o especialista em licenciamento ambiental, Eduardo Venturini.

Ainda de acordo com a Folha Vitória, durante o dia é possível ter uma ideia de como o terreno do Exército está sendo devastado pela extração de areia. Uma verdadeira clareira foi aberta. São anos e anos de extração e tudo acontece à vista de todos.

exercito-brasileiro-5O terreno das Forças Armadas que dá acesso ao areal de Barramares é fechado pela vegetação. O local não tem cerca e os portões não ficam trancados. A fragilidade na segurança facilita a ação da rede criminosa.

A retirada do mineral acontece com maior intensidade durante a madrugada. O material extraído da área militar é amontoado nas ruas de chão batido às margens do terreno. Vias geralmente mal iluminadas que se transformam em verdadeiros depósitos.

Na Rua Fevereiro, é impossível transitar. As montanhas impedem a passagem de veículos e até de pedestres. Um trabalhador que acabava de voltar do areal acompanhado de seus seis filhos falou da diferença de preço entre a areia extraída ilegalmente e a vendida no mercado.

Ele contou que o tipo de areia que havia extraído era utilizado para bater laje e a caçamba do material custa R$ 150. “Essa areia é daqui da área do Exército. Na loja essa areia sai a mais de R$ 300”, contou à reportagem o trabalhador que não foi identificado.

O esquema é sustentado pela falta de fiscalização e pela impunidade. “A gente aciona a Polícia Ambiental, eles anotam a ocorrência e nada de aparecer”, disse um comerciante da região que não quis se identificar.

A Polícia Ambiental tem conhecimento da situação de Barramares. De acordo com o capitão Mattos, apenas em 2011, o batalhão registrou 58 ocorrências relacionadas à extração ilegal. Dessas, 50 são do município de Vila Velha.

Os materiais dos carroceiros são recolhidos, mas ele afirma que a legislação está a favor de quem pratica o crime. “A lei é branda. Para você ter uma ideia, a multa é de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil por hectare. Extraem toneladas de areia e a quantia da multa é irrisória. A pena é um ano ou multa. Nesse caso, apreendemos o indivíduo, levamos para a delegacia e lá é feito um termo circunstanciado. Ele paga a fiança normalmente, se for o caso, e depois é liberado”, afirmou o policial.

Os animais também sofrem com a exploração. Imagens feitas no areal chocam pela crueldade e covardia com que um carroceiro age ao bater em um cavalo com uma vara. “As costas deles ficam em carne viva porque eles batem com a pá e não com o chicote. Eles usam a própria pá que eles extraem a areia para bater nos animais. Inclusive, quando bate assim, a gente, que é ser humano, chega a chorar”, disse o comerciante.

Tanto a noite quando durante o dia é possível notar como o crime deixa rastros. Uma rotina para quem vive refém do areal de Barramares. E se o terreno parece estar abandonado pelo poder público, começam a aparecer candidatos a donos. Em uma disputa armada, traficantes loteiam a área militar.

“Alguns caras queriam dominar o pedaço para retirar areia, ameaçando os outros que querem pegar areia também porque vai muita família, crianças, mulheres. Então, alguns querem tomar conta do pedaço, andam armados e ameaçam dizendo que não podem ir porque eles estão lá tirando, para não atrapalhar o movimento deles. Lá dentro do areal rola venda de droga também”, revelou o comerciante.

E tudo isso sob o complacente olhar do poder público.

Por: Eliseu 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Gosta de animais? Adote um cão!

A CRUELDADE E O ABANDONO ESTÃO EM TODO O LUGAR. O AMOR TAMBÉM!!!! POR FAVOR, DIVULGUEM PARA OS CONTATOS DA GRANDE VITÓRIA. A HANNAH PRECISA DE UM LAR. AJUDEM. COMPRATILHEM!!! PARA ADOTAR A HANNAH LIGUE: (27)3066-3015 MÁRCIA / (27)3245-2335 LANA / (27)9275-7109 ANDERSON.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Homem tenta embarcar com pônei em trem britânico

Da BBC Brasil

O homem tentou entrar no trem na estação de Wrexham, no norte do País de Gales, no final da tarde de sábado.

Após o condutor impedir sua entrada no vagão, ele voltou ao guichê e tentou comprar dois bilhetes, um para ele e outro para o animal.

Ele e o animal então deixaram a estação.

Hospital

Mais tarde no sábado, o homem levou o cavalo ao hospital Maelor, de Wrexham, onde pediu para que o animal recebesse tratamento de um médico.

"Ele foi gentilmente requisitado a deixar o local e assim o fez, também educadamente", disse um funcionário do hospital.

Cães são os únicos animais que podem viajar em trens britânicos fora de gaiolas especiais para transporte de bichos.

Os outros bichos podem ser transportados em gaiolas, desde que as dimensões destas não excedam 85 x 60 x 60 cm.

Animais de grande porte como pôneis ou cavalos são proibidos por serem vistos como ameaça à segurança dos passageiros.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Vídeo: Alemã ensina vaca a saltar obstáculos

Frustrada com os pais que não queriam lhe dar um cavalo, jovem de 15 anos passou três anos treinando o animalDecepcionada com os pais, que não quiseram lhe dar um cavalo, uma adolescente da Alemanha decidiu treinar uma vaca, que hoje usa para cavalgar e até saltar obstáculos.

Regin Mayer, de 15 anos, mora em uma fazenda em Laufen, no sul da Alemanha, e passou três anos treinando o animal.

Dois anos de treinamento mais tarde, a vaquinha Luna se tornou capaz de saltar cercas na fazenda.
Regin Mayer também usa a vaca para trotar em passeios pelo campo.

Depois do esforço, Luna recebe um tratamento digno de puro-sangue, com direito a longas escovadas.
Fonte: Último Segundo

terça-feira, 5 de abril de 2011

Foto do dia: Suricatos


National Geographic
Mamíferos que costumam viver em grupos, os suricatos têm a capacidade de ficar sobre as patas traseiras mantendo o corpo ereto
Foto: Mattias Klum

Os suricatos costumam ficar sobre as patas traseiras enquanto olham atentamente sobre as planícies do sul da África. As fêmeas são inclusive capazes de amamentar enquanto estão nesta posição.
Fonte: Último Segundo

 

sábado, 12 de março de 2011

Projeto de ecoturismo ajuda a preservar macacos no Laos

Voar pela selva em uma tirolesa e dormir nas árvores como os macacos é a experiência de um ambicioso projeto de conservação no norte de Laos, ambiente que os ex-caçadores agora se beneficiam do ecoturismo.
Foto: EFE
Entre as experiências de viver "como um macaco" no hotel do Laos estão as casas de árvore e as cordas para a tirolesa
As cabanas ficam a cerca de 40 metros de altura a partir do chão, enquanto os cabos medem até 700 metros de comprimento e através deles se viaja por uma velocidade média de 80 km/h.
Como se isso não bastasse, o cinto de retenção é apenas uma polia de aço simples com um pedaço de pneu de bicicleta para usar como freio.
"É simplesmente alucinante, como voar", assegura Nathan, um mochileiro americano que apoia suas pernas em um tronco para se impulsionar e ir mais rápido ainda na tirolesa.
Após uma breve conversa sobre as normas básicas de segurança, os hóspedes têm total liberdade para deslizarem várias vezes pelos cabos até que escureça, pois só é proibido praticar a atividade à noite.
Mas a aventura só é parte da "Gibbon Experience", assim chamada porque está inspirada no gibão (Hylobates pileatus).
Tal primata pequeno e escorregadio também se encontra no Vietnã e no sul da China, e se achava já extinto na região no início da década passada, precisamente quando o cientista francês Jeff Reumaux, chegou à província de Bokeo.
Reumaux demorou cinco anos para conseguir o dinheiro suficiente para construir as casas nas árvores com banheiros e água corrente, além da rede de tirolesa que as une.
Também não foi fácil convencer às autoridades laosianas para que declarassem como reserva natural mais de 123 mil hectares de floresta onde na época a tribo hmong capturava elefantes, macacos, ursos e tigres.
Esses mesmos caçadores se tornaram guardas florestais e guias que mantêm suas famílias sem prejudicar o ecossistema.
"Há alguns anos, mal podia alimentar minha mulher e meus filhos com o que ganhava com a caça, mas hoje vivemos muito melhor sem precisar matar nenhum animal", assinala em um precário inglês Vong, que só precisa de um par de chinelos para se movimentar pela selva, que conhece como a palma de sua mão.
Na reserva vivem atualmente 400 gibões, a grande exigência do projeto e cujos cantos se podem escutar ao amanhecer, embora é preciso ter muita sorte para encontrá-los à distância.
"Não vi nenhum, mas não tem problema. Para mim, a experiência não é contemplá-los e sim viver como eles", comenta Lotte, outra turista que não se importou em caminhar durante mais de quatro horas e sofrer picadas de insetos e sanguessugas para chegar às casas nas árvores.
A dificuldade do trajeto afasta o turismo das massas, que prefere ver os gibões de maneira mais cômoda em zoológicos e em espaços mais acessível na vizinha Tailândia.
O francês explica à Agência Efe que seu objetivo não é transformar a selva em uma mera atração turística, mas apresentar aos habitantes um modo alternativo de seguir explorando a natureza sem cortar árvores ou matar animais.
"Queremos mostrá-los que conservar a selva é melhor que destruí-la. Isso talvez seja óbvio para nós, mas para poder persuadi-los temos que provar que é possível viver assim", indica o francês.
Para cumprir essa meta, uma parte do dinheiro arrecadado pelo ecoturismo é investida em modernos sistemas de irrigação para arrozais e outros cultivos, consumidos pelas famílias que já não precisam queimar parte da floresta, como outros camponeses laosianos.
"É caro, mas simples e eficaz, e prova que preservar as florestas não precisa ser um assunto político", conclui Reumaux.
Fonte: Último Segundo

segunda-feira, 7 de março de 2011

Esporte está ficando cada vez mais popular entre turistas no sul da Ásia e atrai atenção das organizações de defesa dos animais

Foto: EFE
As brigas de búfalos na Tailândia, nas quais dois animais se enfrentam na areia até que um deles se renda, provocam a paixão e a ruína de muitos camponeses nas apostas ilegais. Os eventos são muito populares no sul, principalmente entre as comunidades muçulmanas, onde as brigas atraem famílias inteiras de camponeses curtidos pelo sol tropical das zonas rurais. 

"Antes as brigas de búfalos eram realizadas no período seco, quando os animais estavam ociosos, mas agora acontecem durante todo o ano e se transformaram em um negócio para o turismo e as apostas", explica à Agência Efe Rogar Lohanan, fundador do Animal Guardians Association.

Ao contrário das touradas típicas da Espanha e de alguns países da América Latina, os búfalos não morrem e a briga acaba quando um dos animais se retira mansamente perante os empurrões do ganhador. 

Mianmar, Camboja, China, Índia e Indonésia compartilham a paixão tailandesa por estes combates. "Estamos falando de exploração animal para a satisfação e o lucro de turistas, autoridades e corredores de apostas, mesmo que os animais não costumem terminar feridos e que o perdedor não seja sacrificado", critica Lohanan. 

"Algumas pessoas justificam a barbárie dizendo que dessa forma se conserva a espécie quando os búfalos estão sendo substituídos por maquinaria no campo e sua carne é cada vez menos consumida", acrescenta o ativista. 

Em Singhanakorn, na província sulina de Songkla, os camponeses começam a chegar à praça da aldeia no começo da manhã com garrafas de Red Bull e pastas com bilhetes. "Venho a todas as brigas que posso e aposto tudo que posso, umas vezes perco e outras ganho", explica Suchard, um camponês, enquanto mostra à Efe sua pasta cheia de dinheiro. 

De cada lado da areia ficam os animais, de 800 quilos e com chifres afiados de 40 centímetros de comprimento. Os cuidadores agasalham, limpam e aplicam massagens nos campeões, enquanto os corredores de apostas percorrem as arquibancadas de madeira recebendo as cédulas e anotando as apostas gritadas pelos espectadores. 

Bufando forte, dois grandes animais se encaram e, pouco a pouco, aproximam suas cabeças, entrelaçam os chifres e dão empurrões com violência que, no entanto, raramente terminam em lesões importantes. 

A maioria acompanha a briga em silêncio, com expectativa, mas os que apostam dinheiro não conseguem reprimir as exclamações de ânimo para os animais pelos quais apostaram: "Vamos, vamos!". Um dos adversários se retira com a cabeça baixa perante o ímpeto do vencedor, que é enfeitado com guirlandas de flores e adornos nos chifres. 

"Na realidade não se machucam, assim brigam os búfalos para se impor aos demais na manada e se transformar no macho dominante", explica uma espectadora que vive em Bangcoc. Seu dono não só ganha entre US$ 650 e US$ 3 mil, de acordo com a importância do combate, mas o valor de seu animal também é valorizado. 

Outros com menos sorte perdem muito dinheiro, às vezes todas as suas economias e, inclusive, suas casas, nas apostas declaradas ilegais pelo Governo, embora sejam realizadas de maneira aberta. "Será muito difícil erradicar esta prática devido ao dinheiro que as apostas movimentam. 

Além disso, muitos turistas dizem que as touradas e as brigas de búfalos são cruéis, mas depois pagam dinheiro para vê-las na Espanha ou na Tailândia", lamenta Lohanan.



Fonte: Último Segundo